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Saúde x Doença

Saúde x Doença

A Gestalt Terapia rompe com o paradigma dualista saúde x doença. Os comportamentos e sintomas ditos patológicos são compreendidos como ajustamentos criativos: tentativas de lidar com as situações, desafios e dificuldades encontrados pelas pessoas ao longo da vida.
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Nesse sentido, não se compreende alguém com depressivo (a), ansioso (a), bipolar; para além dessas categorias diagnósticas (com as quais às vezes os sujeitos identificam-se) existe uma pessoa fazendo o que é possível, com os recursos que possui, para responder às demandas que a vida lhe impôs.
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Ao invés de uma polaridade, na qual a saúde está em oposição à doença, há um continuum, no qual estamos em diferentes lugares ao longo tempo; pelos ajustamentos que fazemos, às vezes nos aproximamos mais da rigidez (respostas possíveis obsoletas à demandas atuais) ou mais da fluidez (respostas criadas de acordo com demandas atuais).
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A partir da compreensão de como se dão esses ajustamentos, que se repetem na sessão terapêutica, oportuniza-se ao consulente aumentar o seu saber sobre como age ou se interrompe; entender o seu papel e sua responsabilidade na situação em que se encontra; criar novas respostas e desenvolver novos recursos para ser e estar no mundo respeitando seu desejo, o que também pode ser dito como a realização de ajustamentos criativos com a maior fluidez e espontaneidade possíveis.

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Por que a Gestalt Terapia?

Por que a Gestalt Terapia?

Desde a faculdade a Gestalt Terapia já era a abordagem que eu mais me identificava, seu foco não era na doença, no diagnóstico, e sim na capacidade criativa do sujeito se reinventar, no poder de se recriar e autorregular.
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Depois de formada em Psicologia, frente aos desafios, busquei nutrir-me de subsídios teóricos para as leituras de tantas dinâmicas que surgiam na clínica. Fez-se necessária a busca de uma abordagem que desse conta de todas essas demandas, foi quando escolhi (e fui escolhida) pela Gestalt Terapia.
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A Gestalt Terapia é uma abordagem existencial fenomenológica fundada por Frederick Perls na década de 1940. A abordagem valoriza fundamentalmente o que é diretamente sentido e percebido, ao invés do que é interpretado e explicado.
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O objetivo é tornar os clientes conscientes do que estão fazendo (aware), como estão fazendo, como podem transformar-se e, ao mesmo tempo, aprender a aceitar-se e valorizar-se. Para esse processo enfatiza-se a “awareness” que significa perceber o que está acontecendo dentro e fora de si, bem como aspectos emocionais que vão ao encontro da mente, mas também aspectos físicos que vão ao encontro do corpo.
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Compreende o sujeito sempre em relação com o ambiente em qual vivem, considera a totalidade do ser humano e respeita profundamente a experiência do consulente, acolhendo-a. Trabalha a partir do tempo presente, e constrói a sessão terapêutica a partir dos conteúdos que ali se apresentam.
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A relação terapêutica é uma das principais ferramentas no processo terapêutico, dessa forma, o foco terapêutico sai das mãos do terapeuta para a relação terapeuta/ consulente (usa-se a nomenclatura de consulente, pois esse é personagem ativo em seu processo de desenvolvimento).
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O Gestalt terapeuta é o seu próprio instrumento de trabalho, seu papel é colocar-se a serviço do outro, sem expectativas, isto é, sem ter modelos prontos para lhe oferecer, mas em busca de favorecer ao cliente uma experiência de autenticidade o mais plena possível.

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Você sabe identificar suas emoções?

Você sabe identificar suas emoções?

Todos os indivíduos possuem emoções dentro de si, seja em maior ou menor grau. Somos indivíduos capazes de sentir e provocar as mais diversas emoções. E conhecê-las é fundamental para o nosso autoconhecimento.

As emoções são respostas neurais para estímulos externos, e os sentimentos são respostas às emoções, diz respeito a como a pessoa se sente diante daquela emoção. As emoções são reações espontâneas, que fogem do nosso controle, enquanto os sentimentos são uma espécie de juízo sobre as nossas emoções.

As emoções manifestam e duram pouco tempo, cerca de segundos e no máximo poucos minutos. Mas servem como um guia, de como estamos nos sentindo no momento, o que é superimportante para nosso autoconhecimento e desenvolvimento individual. Precisamos estar conectados com nós mesmos, atentos para identificar nossas reações a esses estímulos e nos permitirmos sentir!

É importante salientar aqui que todas as emoções são necessárias e que não existe emoções boas ou ruins. Nos próximos dias vou estar trazendo algumas das emoções básicas, para que possamos compreender um pouco mais.

Alegria

No filme Divertida Mente, assistimos o funcionamento do cérebro de Riley (personagem principal) e é a partir dele que conseguimos entender o funcionamento das cinco emoções base: a Alegria, a Tristeza, o Medo, a Raiva e o Nojinho.

Assim que Riley abre o olho ao sair da barriga da sua mãe aparece a Alegria, uma das principais emoções do centro de comando do cérebro da menina. Ao ouvir a voz do pai e encarar a expressão da mãe, a Alegria – que tem o corpo com o formato de uma estrela – comparece fazendo imediatamente Riley sorrir.

A Alegria está presente em todos os momentos felizes da vida da garota e tem um papel central no seu bem estar. A personagem não cansa de ver as coisas com extremo otimismo, mesmo quando a situação exige um pouco de medo, tristeza, nojo ou raiva.

O primeiro contato com as emoções e sentimentos acontece já na vida intrauterina. É cientificamente comprovado que as emoções e sentimentos dos pais são transferidos para o bebê durante a gestação. A partir dessas experiências e até os sete anos de idade, o indivíduo desenvolve seus programas emocionais. É nesse período que ele registra e interpreta todas as emoções e experiências de acordo com seus sentimentos, transformando suas interpretações em padrões emocionais e comportamentais que podem refletir por toda a vida.

Tristeza

A tristeza é um sentimento essencial e fundamental para o amadurecimento da menina no filme. Ao se deparar com situações inesperada, Riley se sente deprimida, sozinha, e a Tristeza ganha força. Fisicamente o corpo da personagem tem o contorno de uma gota e é azul.

A personagem Alegria tenta, a todo o momento, sufocar e ignorar a Tristeza. A animação faz uma crítica ao mundo atual, em que precisamos estar felizes o tempo todo, a qualquer custo.

Um dos ensinamentos é justamente a importância da Tristeza, que costuma ser deixada de lado sempre que possível na sociedade contemporânea. Apesar de preferirmos os momentos alegres de nossa vida, cada emoção tem a sua importância, e é necessário saber usá-las da melhor forma possível diante dos desafios. ⠀

Precisamos ter alegria no momento certo e dar passagem para a tristeza em determinadas ocasiões. O problema ocorre quando não nos permitimos sentir, e ao tentar reprimir as emoções, elas acabam ultrapassando os limites.

A busca pelo equilíbrio é essencial em todas as áreas das nossas vidas, e não é diferente com nossas emoções!

Medo

O Medo é responsável por muitas das reações de repulsa de Riley, seu corpo tem os contornos de um nervo e é roxo. Quando ele entra em ação a menina tem o impulso de escapar da situação em que se encontra o mais rapidamente possível.

Apesar de tendermos a menosprezar e a diminuir ao máximo o medo, ele acaba por se provar como uma emoção essencial para a proteção do indivíduo.

O medo também é uma emoção que contribui para que os indivíduos criem. Em nome da autopreservação, o ser humano inventou a roda e o fogo. O medo contribui com a evolução dos indivíduos.

O segredo está em equilibrar as emoções e não permitir, por exemplo, que o temor nos impeça de sair de casa.

Raiva

Baixinho, vermelho, com muitos dentes e engravatado, essa é a representação da Raiva de Riley, no filme Divertida Mente. Quando as coisas não acontecem conforme o esperado, a Raiva entra em ação e domina a sala de comando do pensamento.

Em diversas situações chave vemos a menina se render à raiva, o sentimento começa a ficar especialmente potente quando Riley cresce e entra na pré-adolescência.

Essa emoção tem o potencial de indignar e corrigir eventuais injustiças. A raiva estimula o sujeito a se defender, mas se ultrapassa os limites, ela se torna destrutiva. O segredo, mais uma vez, está no equilíbrio!

Nojinho

As situações em que Nojinho mais aparece no filme, envolvem a refeição, especialmente quando há brócolis no prato. Nojinho, aliás, é concebida com a cor e o formato de um brócolis. Ao menor alerta de Nojinho, Riley imediatamente se afasta da circunstância que lhe provoca repulsa.

Esse sentimento nos livra de grandes enrascadas. A função adaptativa da repugnância é rejeitar qualquer estímulo que possa ser tóxico. As náuseas e o incômodo ajudam que o sujeito evite ingerir coisas que são nocivas ao corpo. No entanto, com o tempo, essa emoção adquiriu caráter social também rejeitando estímulos sociais tóxicos.

Beijos
Carol Rangel 🦋

 

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Como anda seu autocuidado?

Como anda seu autocuidado?

Um dos principais aspectos do autocuidado é reconhecer nossas necessidades físicas, mentais e emocionais. Uma vez identificadas, devemos nos esforçar para que essas necessidades sejam atendidas.

Você já me viu falar por aqui sobre autoestima e amor próprio, certo?! O autocuidado está diretamente relacionado a eles, pois autocuidado e a autoestima são a mola propulsora do amor próprio. Se não nos amamos, não podemos dar amor aos outros. Da mesma forma, se não somos capazes de cuidar de nós mesmos, pouco podemos fazer pelos outros. E na situação que nos encontramos hoje, com o Covid-19, enfrentando um inimigo invisível, o autocuidado e o cuidado com o outro é de suma importância para nossa saúde geral.

 

Às vezes, obrigações do trabalho e de casa não nos permitem dedicar tempo a nós mesmos. Mas isso afeta nossa saúde de várias maneiras. Está provado que o estresse é um dos principais fatores de doenças cardíacas, derrames, entre tantas outras. Por isso, parar de vez em quando, é essencial. Tenha esse compromisso com você mesmo!

As pessoas que praticam o autocuidado tendem a ter pensamentos mais positivos. Essas práticas melhoram muito a autoestima e a autoconfiança, são benéficas para sua saúde em geral e melhoram as relações sociais. Não é algo que nos forçamos a fazer somente por obrigação. O autocuidado é algo que nos recarrega, em vez de sugar nossas energias. É sobre fazer o que é bom para você, é ouvir a si mesmo.

O autocuidado é colocar-se em primeiro lugar e ser gentil consigo mesmo, caso contrário, isso pode levar a sentimentos de exaustão mental, falta de motivação e até depressão. A dica é encontrar algo que realmente gostamos e que se encaixe em nossas vidas e valores. Há muitas coisas que podemos fazer por nós, e nenhuma delas é especialmente difícil ou requer muito tempo. 

Lembre-se, somente você pode decidir se cuidar, se você não for capaz de cuidar de si mesmo, pouco poderá fazer pelo outro!

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Resignificando Erros

Ressignificando erros

Um dia me perguntaram se eu me arrependia de algo que fiz e se faria alguma coisa diferente na minha vida, e para ser sincera, eu precisei rir! Ninguém entendeu nada, como talvez agora, mas explico. Sim, já cometi muitos erros, mas não faria nada diferente. E sabe por quê? Primeiro, porque não posso voltar no tempo, só posso fazer diferente hoje, e faço! Segundo, porque entendo que meus erros foram necessários para meu amadurecimento e aprendizagem, para me tornar quem sou hoje! ⠀

Tem formas menos dolorosas de se aprender as coisas, por reflexão ou imitação, entretanto, vejo tudo como uma grande bagagem e experiência que carrego comigo. Não é uma bagagem que pesa, por incrível que pareça, ela faz com que tudo hoje seja mais leve, inclusive meu riso. Porém, nem sempre foi assim, já pesou demais.

Eu só consegui deixar leve quando parei de questionar o PORQUÊ e comecei a perguntar PARA QUE? E, o que poderia aprender, sobre mim e sobre a vida?

Como diz Sartre “Não somos aquilo que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós”.

A partir desse fundamento, entendi que não adiantaria ficar me lamentando por tudo que tinha feito ou que tinham feito comigo, e que eu poderia escolher o que fazer a partir disso.

E ao passar por um processo de psicoterapia na abordagem gestáltica, pude escolher um caminho mais criativo e mais leve para lidar com minhas questões. Com boas doses de autoperdão, foi possível olhar para meus erros como algo natural, aceitar que sou falha e ressignificar todos eles.

A Gestalt Terapia busca aceitação da condição humana para responsabilizar-se. A busca da consciência plena, de quem somos e o que queremos. Um movimento de aceitar tudo que existe em mim, sem luta, sem autopunição, para aí sim, ser diferente.

E preciso dizer que eu amo a mulher que me tornei. Não sou perfeita, longe disso, e ninguém é. Mas já desatei muitos nós do casulo que me aprisionava e estou pronta para novos voos e novos recomeços necessários.

E você? Já ressignificou seus erros?

A Gestalt Terapia pode te ajudar!

Beijos
Carol Rangel 🦋

 

Carol Rangel Psicóloga

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O peso da autocobrança

O peso da autocobrança

Você carrega o peso da autocobrança? Pensa diariamente que precisa se superar? Se sente sobrecarregado? Adiciona tarefas e mais tarefas em sua lista e busca incansavelmente formas de “chegar lá”, como se estivéssemos em uma grande corrida?

Esse é o ponta pé inicial para seguidas frustrações e outros sentimentos que, aos poucos, afundam nossa autoestima e saúde mental como um todo. Ao querer “abraçar o mundo” dificilmente alguém dá conta de todas as responsabilidades que toma para si, e é comum iniciar muitas atividades ao mesmo tempo, e podem não apresentar os resultados desejados, pois há uma grande pressão e sobrecarga.

Advém dessa dinâmica o desejo pelo perfeccionismo e também os sentimentos de ansiedade e culpa. Ansiedade em querer fazer cada vez mais e culpa por saber que não dá conta de tudo, acreditando que a falha está em sua baixa competência.

Muitas vezes essa cobrança é estimulada desde bem cedo, ainda na infância, quando as famílias, educadores ou pessoas próximas COMPARAM as crianças umas com as outras, exigem desempenhos sempre melhores em relação aos coleguinhas ou ROTULAM os pequenos por conta de suas dificuldades. Há crianças também que internalizam em si a regra de que só serão AMADAS se forem PERFEITAS em tudo, que somente serão bem aceitas se elas se destacarem mais que outras e que falhar é algo que as torna pessoas ruins.

A perfeição é algo inalcançável, é uma idealização, que só irá gerar frustração. Nestes casos, é preciso desconstruir estes conceitos errôneos que foram formados e carregados durante boa parte de sua vida e ressiginifica-los. Muitos somente conseguem êxito nesse exercício em processo de psicoterapia, conhecendo a si mais profundamente e formando novos conceitos acerca de “cometer erros”, “não precisar ser perfeito”, “não precisar agradar a todos e nem ser amado por todos”.

Se as suas escolhas tem tornado seus dias pesados e sobrecarregados, é preciso fazer algo a respeito! Precisamos sermos mais gentis conosco, com nossa saúde física e emocional. Entender que a vida não é uma corrida. Invista em autoconhecimento. 😉

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Autoperdão

Autoperdão

Quando se trata de perdoar a si mesmo, como é que você se comporta? Tirando o desconforto e aborrecimento próprios do processo de reparar o erro, como você lida consigo, diante de um erro? Julga-se? Perdoa-se? Pune-se? Aceita-se? Condena-se? Critica-se?

Se você é uma pessoa com um elevado padrão de autocrítica sente dificuldade para aceitar, com amor, sua falibilidade e limitações. Mas qual pode ser o motivo para um ser humano negar o perdão a si mesmo? Que tipo de amor sente por você, que não é capaz de fazer com que você se olhe com tolerância, benevolência e compaixão, a ponto de reconhecer-se digno de um perdão?

Quando não perdoamos uma pessoa, nutrimos um sentimento de raiva, ou desprezo, ou decepção… E quando negamos o perdão a nós mesmos? Você já parou para pensar em que sentimento está nutrindo para com você mesmo?

Perdoar-se, entre tantas coisas, significa reconhecer que você também tem direito de falhar e isso não anula, em hipótese alguma, todas as suas potencialidades e qualidades. Você não se torna a pior pessoa do mundo porque cometeu um erro.

Não estou falando sobre ser irresponsável e sair fazendo tudo errado por desleixo e “se perdoando”, eximindo-se da culpa depois. A culpa é nossa expressão de maturidade emocional, onde nos tornamos responsáveis pelos nossos atos. A diferença é que a culpa nos paralisa, e a responsabilidade nos mobiliza.

O caso é que há pessoas caprichosas e dedicadas, que fazem tudo direitinho na maior parte do tempo, e mesmo assim, não aceitam o fato de que são falíveis, cometem equívocos. A perfeição é inatingível! É uma idealização e só vai gerar frustração. Então por que sofrer tanto em busca de algo que não é alcançável?

Normalmente nossa capacidade de nos perdoar está relacionada à nossa capacidade de nos aceitar exatamente como somos. A mudança que desejamos não vem com autocrítica ou autopunição, vem a partir da aceitação que requer autoperdão. “O paradoxo curioso é que quando eu me aceito como eu sou, então eu mudo”.

 Que tal começar a exercitar o autoperdão agora mesmo?

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Como está seu relacionamento com a comida?

Como está seu relacionamento com a comida?

Comida. Tantas emoções e tanto significado afetivo. O primeiro relacionamento íntimo que a maioria de nós tivemos foi a amamentação. Alimentavam-nos com aquilo que precisávamos, mas que também nos acolhia, ninava e aquecia. A sensação de que vamos comer e preencher aquela falta de um colo bem gostoso pra se aninhar nos acompanha até a idade adulta. E muitas vezes comemos, comemos, comemos, sem nos dar conta de que a fome que queremos saciar é de outra coisa. A comida tem um valor afetivo tão grande pra nós que é difícil mensurar sua importância e, ainda assim, continuamos agindo muitas vezes como se fosse meramente uma questão orgânica, comer tal coisa, deixar de comer tal coisa, comer menos isso, comer mais aquilo.

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A alimentação envolve muitas coisas de que temos fome. Fome de aconchego, de relacionamento, de proximidade… O ser humano não se nutre apenas de comida, mas também de sentimentos. O termo “fome emocional” se refere a quando utilizamos a comida para nos sentirmos melhor, quando comemos para satisfazer as necessidades emocionais. Muitos também recorrem à comida para aliviar o estresse e afrontar sentimentos desagradáveis como tristeza, solidão e tédio. E depois que comem, se sentem ainda pior, pois, além da questão emocional permanecer, sentem culpa pelo excesso de comida. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
A fome emocional não é saciada com a comida. Você pode até se sentir bem naquele momento, mas os sentimentos que te levaram a comer continuarão aí, dentro de você, pois essa fome não tem a ver com as nossas necessidades fisiológicas, e sim, com nosso estado mental. O problema é que o cérebro é esperto, e sabe que a sensação de recompensa é maior com sal, açúcar e gordura. Por isso, a primeira coisa que você pensa é em alimentos ricos nessa combinação, ou você já pensou em se recompensar com brócolis?
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E como saber se eu tenho fome emocional? Você come quando se sente estressado? Come quando não sente fome ou quando já está satisfeito? Come para se sentir melhor? Você se “premia” com comida? A comida faz você se sentir seguro?

Se você respondeu sim para alguma das perguntas feitas no post anterior é bem provável que nos momentos mais delicados você esteja tentando preencher o vazio ou resolver o problema com comida.
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Alguns fatores da fome emocional são:
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Substituto emocional – Comer pode ser uma maneira de temporariamente silenciar ou “preencher” emoções desconfortáveis, incluindo raiva, medo, tristeza, ansiedade, solidão, ressentimento e vergonha.
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Tédio ou sentimentos de vazio – Você já comeu simplesmente para se dar algo para fazer, para aliviar o tédio ou como uma maneira de preencher um vazio na sua vida? Você se sente insatisfeito e vazio, e a comida é uma maneira de ocupar sua boca e seu tempo.
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Hábitos da infância (memorias afetivas)– Pense nas suas memórias de comida da infância. Seus pais recompensaram seu bom comportamento com sorvete, levaram você para a pizzaria quando você recebeu um bom boletim escolar ou lhe serviram doces quando estava se sentindo triste? Esses hábitos muitas vezes podem te seguir até a idade adulta. Sua alimentação também pode ser motivada por nostalgia – por lembranças de assar e comer biscoitos com sua vó, por exemplo.
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Influências sociais – Se reunir com outras pessoas para uma refeição é uma ótima maneira de aliviar o estresse, mas também pode levar a excessos. É fácil exagerar simplesmente por que a comida está lá ou porque todo mundo está comendo. Você também pode comer demais em situações sociais por nervosismo, ou talvez sua família ou círculo de amigos o incentive a comer demais e seja mais fácil acompanhar o grupo.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Estresse – Já percebeu como o estresse te deixa com fome? Não é só em sua mente. Quando o estresse é crônico, o corpo eleva os níveis do hormônio do estresse, o cortisol, que desencadeia o desejo por alimentos salgados, doces e fritos, alimentos que proporcionam uma explosão de energia e prazer. Quanto mais estresse descontrolado em sua vida, maior a probabilidade de você recorrer à comida para obter alívio emocional.

A solução? Encontre outras maneiras de alimentar seus sentimentos. Se você não souber administrar suas emoções de uma maneira que não envolva alimentos, você não poderá controlar seus hábitos alimentares por muito tempo. Uma boa ideia é ter alternativas, que não a comida, para quando você procurar esse conforto emocional.
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Autoconhecimento é palavra chave nesse sentido. Você precisa fazer uma análise interna e se perguntar sobre as coisas que te fazem feliz e que não tenham ligação com a comida, ou seja, se você teve um dia difícil ou então está passando por algum problema, busque outras formas de recompensa que não seja comendo. Seja criativo e rompa esse ciclo vicioso fazendo algo que realmente te deixe feliz. ⠀

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
O impacto das emoções quando associadas à alimentação podem trazer prejuízos a sua saúde, prejuízos físicos e mentais. A realização de um acompanhamento interdisciplinar, psicológico e nutricional, buscando estabelecer um equilíbrio emocional e aprender a diferenciar a sua fome (fisiológica ou emocional) é de suma importância nesses casos.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Caso tenha se identificado com o tema e queira ajuda para aprender a identificar e a lidar com suas emoções e melhorar seu relacionamento com a comida, estamos iniciando um grupo terapêutico on-line, com acompanhamento psicológico e nutricional, em parceria com a @nutribarbaramunari, para darmos todo o suporte para você neste momento.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Beijos
Carol Rangel 🦋

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Tá tudo bem não dar conta de tudo!

Tá tudo bem não dar conta de tudo!

Tenho visto muitas postagens sobre como aproveitar a quarentena para ser mais produtivo, que agora tempos tempo de “sobra” para colocar todas as coisas em ordem. Sim, isso seria muito positivo, mas precisamos lembrar que não estamos de férias, pelo contrário, estamos enfrentando uma pandemia, e é natural sentir medo, insegurança e ansiedade. A atual situação que estamos vivenciando é uma experiência totalmente nova e adversa em nossas vidas. Dessa forma, a maneira de lidar com ela, assim como o modo de enfrentamento, é fator relevante na superação da situação, que por muitas vezes pode gerar um trauma.

É comum o surgimento de sintomas de ansiedade nesse momento, porém deve se dar especial atenção na ocorrência. Sintomas não tratados podem culminar em um trauma, como por exemplo, o Transtorno de Estresse Pós Traumático, caracterizado pela dificuldade em se recuperar, depois de vivenciar ou testemunhar um acontecimento assustador, aparecendo também após guerras, desastres naturais e pandemias. A condição pode gerar meses ou anos com gatilhos que podem trazer de volta memórias do trauma, acompanhadas de extensas reações emocionais e físicas.

Por isso, é importante sim a maneira como iremos lidar com isso e o modo como iremos enfrentar essa situação. Não vamos gerar mais uma cobrança nesse momento, não somos super-heróis que damos conta de tudo, que não temos medo, que produzimos 100% do tempo. Somos humanos, vulneráveis e o COVID-19 está ai  para nos reafirmar isso. Entretanto, podemos enfrentar tudo isso de maneira mais leve, aceitando nossas fraquezas, sem tantas cobranças, mas não desistindo de lutar. Nesses momentos, é natural que o medo apareça, mas atente-se aos pensamentos que você vem estimulando, pois, só cresce dentro de nós aquilo que alimentamos.

Seria maravilhoso se todos conseguissem manter a disciplina na quarentena, né? Mas digo a vocês, não tem problema não conseguir! Respeite seus sentimentos, descanse, chore se preciso, respira fundo e, então, tente de novo!

Beijos
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Quarentena & Saúde Mental

Quarentena & Saúde Mental

Como profissional de saúde mental temos a obrigação de prestar orientação à população em situações de crise e grandes adversidades. O pânico generalizado está instaurado e afetando a saúde mental da população.

O excesso de informação causa, por vezes, desespero. Repense sobre a sua relação com seu consumo de informações, evite os extremos, se alienar ou se desesperar.

Ter consciência sobre o perigo é fundamental para as medidas protetivas, porém, ficar intensamente sob as notícias é dizer para o cérebro “perigo!” e ficar ativando esse sistema de alerta o tempo todo é desesperador e adoecedor.

O propósito do cuidado em saúde mental nessa circunstância não é negar a gravidade do que estamos vivendo no Brasil e no mundo, mas trabalharmos recursos para atravessar esses momentos com menos danos possíveis. ⁣

Medidas simples e importantes para serem tomadas nesse momento, construindo recursos, novas habilidades de enfrentamento, amenizando efeitos negativos (danos psíquicos e físicos), incrementando a possibilidade de crescimento de novas habilidades de enfrentamento e reforçando a busca de opções e perspectivas de vida.

Caso tenha pensamentos compulsivos sobre o tema e não consiga controlar sua ansiedade, busque ajuda de um psicólogo! ⠀⠀

Beijos
Carol Rangel 🦋

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